Simples e Criativo

23 03 2009

Isso é o que eu penso sobre o novo anúncio da Petrobras, a agência Master criou este anúncio que convida as pessoas a balançarem a página como uma bandeira de corrida.

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Texto: “Vire esta página para esquerda e para a direita várias vezes.”
“Pronto. Você acabou de sentir o gostinho de cruzar a linha de chegada junto com a gente. “

Simples, criativo e interativo.





Consumo de mídia está mais disperso

20 03 2009

Pesquisa da consultoria Deloitte indica que comerciais de TV ainda são os mais impactantes, mas o computador ganha espaço no dia-a-dia dos brasileiros

Paula Ganem 19/03/2009 – 18:47

A TV ainda é o principal veículo de comunicação publicitária no Brasil, mas o nível de dispersão do consumidor é alto. Esta é uma das conclusões a que se pode chegar ao analisar a pesquisa O Futuro da Mídia, realizada pela primeira vez no País pela consultoria Deloitte. Foram entrevistadas 1.022 pessoas, entre 14 e 75 anos, divididas segundo a seguinte classificação: Geração Y (de 14 a 25 anos); Geração X (26 a 42); Geração Boomers (43 a 61); e Geração Matures (62 a 75). “A tendência, inclusive da TV, é ir cada vez mais para a internet”, afirma Marco Brandão, sócio da Deloitte na área de tecnologia, mídia e telecom. De acordo com o levantamento, os consumidores gastam, atualmente, 82 horas por semana utilizando diversos tipos de mídia e entretenimento tecnológico, como videogame. Quando perguntados sobre quais os três tipos de inserções publicitárias de maior impacto, 75% dos entrevistados citam as de TV. Esse número é alto inclusive entre a Geração Y (69%), mas cresce nas gerações X e Matures (77%) e especialmente na Boomers (79%). Considerando-se todos os entrevistados, os anúncios em revistas aparecem em segundo lugar em influência (57%), seguidos daqueles veiculados online (45%) e em jornais (30%). Os celulares aparecem na quinta posição, com 19% das respostas. Entre os jovens de 14 a 25 anos, porém, a publicidade em celular é considerada mais influente (23%) do que nos jornais (15%). Eles são também os que dão mais importância à publicidade online (51%), enquanto quem tem de 62 a 75 anos dá menos valor (30%). Apesar do poder confirmado da televisão, é importante notar que apenas 37% das pessoas consultadas não fazem mais nada enquanto assistem aos programas, novelas e afins. Os outros 63% desenvolvem diversas atividades enquanto estão em frente à telinha: 44% disseram navegar em sites; 38% lêem, escrevem e mandam e-mails; 33% falam com outras pessoas pelo telefone celular e 30% pelo fixo. Os números indicam que a internet é um canal publicitário fortíssimo, especialmente entre os mais jovens. “Essa pesquisa também é realizada nos Estados Unidos, no Japão, na Alemanha e na Grã-Bretanha e, somente no Brasil, a geração Y gasta mais tempo na internet do que na TV”, frisa Brandão.

Fonte: M&M





As 12 maneiras de se fazer Propaganda.

4 03 2009

Foi publicado em 2007 na revista Slate um artigo bem interessante sobre os 12 formatos/tipos que regem a criação publicitária, O texto tem como base a classificação de Donald Gunn, autor do Gunn Report, de 1978. Segundo o autor da matéria, Seth Stevenson, os formatos não estão obsoletos e são atemporais. Ele argumenta, inclusive, que mesmo projetos de “cross media”, virais e de geração de conteúdo bebem dessas fontes. É um material excelente para direcionar o trabalho de planners, profissionais de marketing, criativos e estudantes. Cada formato apresentado abaixo é ilustrado com um comercial veiculado no exterior, em inglês, mas com uma boa busca no Youtube fica fácil encontrar peças nacionais que ilustrem os tipos apresentados. É importante ressaltar que diversos anúncios podem ser englobados em mais de uma categoria, sendo alguns formatos complementares a outros em algumas situações.

1 – Demo: É a demonstração (visual) das funcionalidades e capacidades do produto/serviço. Tendemos a associar este formato a apelos racionais e sem muita criatividade. No entanto, existem grandes exemplos – como o abaixo – com abordagens mais emocionais e criativas.

2 – Exposição do problema ou da necessidade de consumo: Primeiro você expõe uma carência existente na vida do target e logo apresenta a solução (produto ou serviço em questão).

3 – Exagero e analogias para a dramatização da necessidade do produto (problema): É uma variação do tópico anterior, só que o problema é exposto através de uma analogia exagerada, que resulta quase sempre em uma situação inusitada.

4 – Comparação: Aqui a proposta é simplesmente mostrar que seu produto é melhor que o do concorrente. É pouco utilizado na publicidade brasileira.

5 – Narrativa em forma de estória que ilustra benefício do produto: É a criação de situações nas quais o consumidor utiliza o produto e fica satisfeito com isso.

6 – Benefício cria a estória (formato de trás pra frente): O anúncio traz uma narrativa que mostra uma série de eventos desencadeados pelo uso do produto. É um dos formatos menos utilizados atualmente, pois requer um certo esforço por parte do target para entender a mensagem.

7 – Testemunhal: Consiste em uma pessoa testemunhando sobre o produto/serviço anunciado. Pode ser um cliente, consumidor ou usuário, ou mesmo um apresentador contratado – neste caso, alguém que entende, reconhecidamente, sobre o assunto.

8 – Uso de personagens e celebridades: Tem o objetivo de associar a marca anunciada à imagem da celebridade ou personagem contratado. O grande desafio é assegurar que a marca anunciante ganhe crédito pela mensagem. Em muitos casos, o público acaba se lembrando da marca da celebridade ou personagem e esquece o dono da peça. Para reduzir riscos, o recomendável e manter consistência na utilização dessas figuras, trabalhando várias peças dentro de uma mesma campanha, e não somente algo isolado.

9 – Exagero e analogias para dramatização dos benefícios do produto (solução): É a utilização de símbolos, analogias e figuras exageradas para demonstrar o benefício (valor percebido) de um produto/serviço. Vale lembrar que o formato apresentado no item 4 trabalha uma técnica semelhantes, no entanto enfoca o problema resolvido pela marca anunciada. Ou seja, apresenta os males de não se utilizar o produto, enquanto o formato abordado aqui mostra o lado bom de ser consumidor da marca.

10 – Identificação através de perfil de usuário: É a projeção de valores aspiracionais e atributos de personalidade através da imagem de pessoas “normais” (público-alvo) utilizando o produto. Podem ser figuras engraçadas, elegantes, bonitas, mas também desajeitadas ou feias – dependendo das características do target.

11 – Unique Personality Property: A comunicação tem como apelo principal algum atributo singular e proprietário da marca em termos de personalidade – uma releitura atitudinal do “Unique Selling Proposition”. Pode ser o país de origem da marca (um carro esportivo se gabando da engenharia alemã), o significado do nome do produto, o fundador da empresa (como no exemplo abaixo), um valor emocional ou funcional exclusivo, e qualquer outro elemento que torne única a marca anunciante.

12 – Paródia: São citações e referências a outros filmes ou elementos da cultura pop pela publicidade, geralmente de forma cômica. É um apelo muito comum atualmente, principalmente nos chamados vídeos virais que circulam pela internet. Mal feito, pode parecer um jeito preguiçoso e oportunista para criar situações de humor. Bem feito, entretanto, o formato pode criar situações hilárias e memoráveis.

Fonte: [http://chmkt.blogspot.com]








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